{"provider_url": "https://www.registro.sp.leg.br", "title": "Decreto da Cria\u00e7\u00e3o de Registro", "html": "<p align=\"right\"><a href=\"https://www.registro.sp.leg.br/institucional/historia/historia/historia-da-cidade/\"><b>Voltar</b><br /></a><br /></p>\r\n<p align=\"justify\">DECRETO n\u00ba 14.334, de 30 de novembro de 1944 \u2013 Fixa o novo quadro de divis\u00e3o territorial do Estado, que vigorar\u00e1 de 1\u00ba de janeiro de 1945.</p>\r\n<br />\r\n<p align=\"justify\">a 31 de dezembro de 1948, e d\u00e1 outras provid\u00eancias.............................</p>\r\n<br />\r\n<p align=\"justify\">\r\nAnexo n\u00ba 1 - quadro geral da divis\u00e3o territorial do Estado de S\u00e3o Paulo em comarcas, munic\u00edpios, distritos e subdistritos.</p>\r\n<p align=\"justify\">\r\nAnexo n\u00ba 2 - Discrimina todas as divisas dos munic\u00edpios e distritos</p>\r\n<p align=\"justify\">\r\nCCXXXII - Munic\u00edpio de Registro (N. 92)</p>\r\n<p align=\"justify\">\r\na) Limites municipais</p>\r\n<br />\r\n<h4><b>1. COM O MUNIC\u00cdPIO DE CAP\u00c3O BONITO</b></h4>\r\n<p align=\"justify\">\r\nCome\u00e7am na cordilheira do Paranapiacaba onde a cordilheira cruza com o divisor entre as \u00e1guas dos rios Quilombo e Et\u00e1, seguem pela crista da serra tamb\u00e9m chamada dos Agudos Grandes at\u00e9 a cabeceira mais meridional do rio Taquaral.</p>\r\n<br />\r\n<h4><b>2. COM O MUNIC\u00cdPIO DE S\u00c3O MIGUEL ARCANJO</b></h4>\r\n<p align=\"justify\">\r\nCome\u00e7am na cordilheira do Paranapiacaba, na cabeceira mais meridional do rio Taquaral, prosseguem pela cumiada da cordilheira, que continua a chamar-se dos Agudos Grandes, at\u00e9 encontrar o cruzamento do espig\u00e3o das \u00e1guas entre os ribeir\u00f5es travess\u00e3o e dos Pereiras.</p>\r\n<br />\r\n<p></p>\r\n<h4><b>3. COM O MUNIC\u00cdPIO DE PIEDADE</b></h4>\r\n<p></p>\r\n<p align=\"justify\">\r\nCome\u00e7am na cordilheira do Paranapiacaba, onde esta entronca com o espig\u00e3o entre as \u00e1guas dos ribeir\u00f5es do Travess\u00e3o e Areado, de um lado, e o dos Pereiras, do outro, prosseguem pelo espig\u00e3o at\u00e9 encontrar o divisor entre as \u00e1guas do ribeir\u00e3o do Areado, direita, e as do rio Assungui e ribeir\u00e3o Fundo, \u00e0 esquerda.</p>\r\n<br />\r\n<p></p>\r\n<h4><b>4. COM O MUNIC\u00cdPIO DE MIRACATU</b></h4>\r\n<p></p>\r\n<p align=\"justify\">\r\nCome\u00e7am onde o espig\u00e3o entre as \u00e1guas do ribeir\u00e3o do Areado, de um lado, e as do rio Assungui, e ribeir\u00e3o Fundo do outro, cruza com o divisor que deixa, ao sul, as destes, e ao norte, as do rio Pereiras, seguem pelo divisor que deixa, \u00e0 direita, as \u00e1guas dos ribeir\u00f5es do Areado, On\u00e7a Parda e Alexandre, e \u00e0 esquerda as do rio Assungui e ribeir\u00e3o Fundo, em demanda da cabeceira do ribeir\u00e3o Alexandre, pelo qual descem ao rio Juqui\u00e1, sobem por este at\u00e9 a barra do ribeir\u00e3o S\u00e3o Domingos, sobrem por este at\u00e9 sua cabeceira, no espig\u00e3o entre as \u00e1guas do rio Juqui\u00e1, ao norte, e as do Ribeira de Iguape, ao sul, seguem por este espig\u00e3o at\u00e9 a cabeceira do ribeir\u00e3o Morro Seco.</p>\r\n<br />\r\n<p></p>\r\n<h4><b>5. COM O MUNIC\u00cdPIO DE IGUAPE</b></h4>\r\n<p></p>\r\n<p align=\"justify\">\r\nCome\u00e7am no espig\u00e3o entre as \u00e1guas do rio Juqui\u00e1, ao norte, e as do rio Ribeira de Iguape, ao sul, na cabeceira do ribeir\u00e3o Morro Seco, descem por este at\u00e9 sua barra no rio Peropava, pelo qual descem at\u00e9 a foz do rio Guaviruva, da\u00ed, em v\u00e3o, em reta \u00e0 barra da lagoa Nova no rio Ribeira de Iguape, donde v\u00e3o por uma reta ao rio Bamburral ou Momburral no rio Jacupiranga, deste ponto, v\u00e3o, ainda em reta, \u00e0 barra do c\u00f3rrego municipal no rio Pariquera-A\u00e7u, sobem por este at\u00e9 onde o rio \u00e9 cortado pela reta que da barra do ribeir\u00e3o Bra\u00e7o Preto no rio Pariquera-Mirim vai \u00e0 barra do ribeir\u00e3o Quilombo no rio Jacupiranga.</p>\r\n<br />\r\n<p></p>\r\n<h4><b>6. COM O MUNIC\u00cdPIO DE JACUPIRANGA</b></h4>\r\n<p></p>\r\n<p align=\"justify\">\r\nCome\u00e7am no rio Pariquera-A\u00e7u, no ponto onde o rio \u00e9 cortado pela reta que da barra do ribeir\u00e3o Bra\u00e7o Preto no rio Pariquera-Mirim vai \u00e0 barra do ribeir\u00e3o Quilombo no rio Jacupiranga, seguem pela citada reta at\u00e9 a barra do ribeir\u00e3o Quilombo, no rio Jacupiranga, sobem, pelo ribeir\u00e3o Quilombo, at\u00e9 sua cabeceira mais setentrional no divisor entre as \u00e1guas do ribeir\u00e3o Carapiranga, \u00e0 direita, e as dos ribeir\u00f5es do Capinzal e Padre Andr\u00e9, \u00e0 esquerda, seguem por este divisor at\u00e9 entroncar o espig\u00e3o entre as \u00e1guas do rio Ribeira de Iguape, o norte, e as do ribeir\u00e3o do Carapiranga e rio Jacupiranga, ao sul, espig\u00e3o que tem o nome de serra do Votupoca.</p>\r\n<br />\r\n<p></p>\r\n<h4><b>7. COM O MUNIC\u00cdPIO DE XIRIRICA</b></h4>\r\n<p></p>\r\n<p align=\"justify\">\r\nCome\u00e7am no espig\u00e3o entre as \u00e1guas do rio Ribeira de Iguape, ao norte, e as do ribeir\u00e3o Carapiranga e rio Jacupiranga, ao sul, onde o espig\u00e3o entroca com o divisor que deixa as \u00e1guas do ribeir\u00e3o Carapiranga, de um lado, e \u00e0s dos ribeir\u00f5es do Capinzal e Padre Andr\u00e9, do outro, seguem pelo espig\u00e3o que tem o nome local de serra da Votupoca at\u00e9 cruzar com o contraforte at\u00e9 a citada barra, deste ponto v\u00e3o em reta \u00e0 foz do ribeir\u00e3o do Turvo, no rio Et\u00e1, sobem por este at\u00e9 a barra do ribeir\u00e3o dos Dois Irm\u00e3os, sobem, ainda, por este at\u00e9 sua cabeceira mais setentrional no divisor que deixa, \u00e0 direita, as \u00e1guas do rio Quilombo, e, \u00e0 esquerda, as do rio Et\u00e1, continuam por este divisor at\u00e9 a cordilheira do Paranapiacaba, onde tiveram in\u00edcio estas divisas.</p>\r\n<br />\r\n<p>\r\nb) Divisas interdistritais</p>\r\n<br />\r\n<p></p>\r\n<h4><b>1. ENTRE OS DISTRITOS DE REGISTRO E SETE BARRAS</b></h4>\r\n<p></p>\r\n<p align=\"justify\">\r\nCome\u00e7am no rio Juqui\u00e1 na barra do Ribeir\u00e3o Alexandre, descem pelo rio Juqui\u00e1 at\u00e9 sua foz no rio Ribeira de Iguape, continuam pelo contraforte fronteiro at\u00e9 o espig\u00e3o entre as \u00e1guas do rio Ribeira de Iguape, \u00e0 direita, e as dos ribeir\u00f5es de Registro e Carapiranga, \u00e0 esquerda, seguem por este espig\u00e3o, conhecido como Serra do Votupoca at\u00e9 cruzar com o contraforte que morre na barra do ribeir\u00e3o do Salto no rio Ribeira de Iguape.</p>\r\n<p align=\"right\"><a href=\"https://www.registro.sp.leg.br/institucional/historia/historia/historia-da-cidade/\"><b>Voltar</b><br /></a><br /></p>", "author_name": "", "version": "1.0", "author_url": "https://www.registro.sp.leg.br/author/admin", "provider_name": " ", "type": "rich"}